sábado, 20 de dezembro de 2014

PRISIONEIRA


Em uma cela presa e encurralada,
Tempo passado, revirado e relembrado
Passo os meus dias presa.

Presa em um canto escuro e
Vejo os meus dias passarem por
Uma frecha de luz...

Luz! seria tão bom ver o amanhecer
Em luz brilhante, que o sol me traga
Lá fora, fora dessa cela de dias
Sombrios e amargura...

Triste o meu viver não era o meu
Querer, sofro e grito! mais meu grito
Tão silencioso que poucos escutam...

Nessa cela escura e fria vejo minha
Vida passar e sangrar de dor...
Doe tanto, doe muito! o arrependimento
Com esse grito incessante de dor...

Magda Farias



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